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Mulheres que fazem vinho


As mulheres brilham cada vez mais e conquistam o mercado internacional com vinhos que aliam sensibilidade e elegância. Abaixo, alguns exemplos:
1 - Filipa Pato (Portugal) - Imprime raça e modernidade aos seus vinhos, produzidos em duas tradicionais regiões portuguesas, Dão e Bairrada.
2 - Maria Luz Marin (Chile) - Produz o melhor Pinot Noir chileno.
3 - Madame May Eliane de Lencquesaing (França) - Proprietária do Chateau Pichon Longueville Comtesse de Lalande.
4 - Baronesa Philippine de Rothschild (França) - Empresta a sua imagem a um dos vinhos mais emblemáticos do mundo, o "Chateau Mouton Rothschild".
5 - Alícia Arizu (Argentina) - Comanda a vinícola Viña Alicia, responsável por vinhos de expressão também chamados de "cult wines".
6 - Sandra Tavares da Silva Borges (Portugal) - Aclamada como a mais bela enóloga do mundo, produz vinhos poderosos.
7 - Raffaela Bologna (Itália) - Comanda a cantina Braida, na cidade de Rochetta Tanaro, no Piemonte.

Fonte / Foto - Revista Adega
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Chá - goles de aristocracia


De origem milenar, como o vinho, o chá também é a expressão do terroir e se tornou símbolo de elegância e sofisticação. Vale ressaltar que apenas pode ser chamada de chá a bebida produzida com folhas de Camellia sinensis - planta da família das camélias. Bebidas feitas com outras ervas, como camomila, hortelã e erva-cidreira, estão em outra categoria: infusão. Da mesma forma que a fermentação do mosto é um processo central na fabricação do vinho, a fermentação da Camellia sinensis determina o estilo de chá a ser produzido. No caso do chá verde, o processo é interrompido poucas horas depois, resultando em um produto de sabor floral bastante acentuado. O estilo Oolong (dragão negro, em chinês) surge quando a fermentação é interrompida na metade do processo, os melhores devem ter gosto de pêssegos maduros. O chá preto é o mais complexo da categoria. As folhas fermentam em salas próprias por até três semanas. Na China, madeiras são queimadas durante o processo, imprimindo uma personalidade própria ao chá. Já o chá branco está entre o verde e o Oolong.

Nota - O chá é a bebida não-alcoólica mais aristocrática do mundo ocidental e guarda muitas semelhanças com outra bebida que se tornou símbolo de nobreza, o vinho.

Fonte / Foto - Revista Adega
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Do Lugar Espumante Brut Charmat

Este espumante é produzido pela vinícola Dal Pizzol na região de Bento Gonçalves, é elaborado pelo método Charmat, a partir do vinho base de Pinot Noir e Chardonnay. Apresenta-se brilhante de coloração amarelo com reflexos esverdeados e borbulhas intensas.

Nota - Depois de um dia de calor, valeu a escolha, é um espumante suave e refrescante.

Preço médio - R$30,00
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7 - Brancos ultra-secos, neutros


Refrescantes, tem sabores que não abalarão o mundo - mas resfrie-os e coloque-os ao lado de um prato de crustáceos e eis a combinação perfeita. Estes vinhos podem não parecer muito instigantes, mas há ocasiões em que não convém sobrecarregar o paladar com sabor de carvalho ou de frutas tropicais. Na França, o Muscadet do Vale do Loire é o mais neutro de todos. Na Itália, quase todos seguem essa norma, pois, os italianos não gostam que seus vinhos brancos sejam aromáticos. Já no Novo Mundo não existe este estilo, os vinhos brancos são mais encorpados e mais saborosos.

Fonte / Foto - Vinho - O guia fundamental para o apreciador moderno - Oz Clarke
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Vinho e obesidade


O vinho, principalmente o tinto seco (que é menos calórico), em quantidade que não ultrapasse 10% do valor calórico de toda a dieta, é muito favorável para o obeso. Muitas clínicas de emagrecimento incluem o vinho no seu cardápio. Alguns polifenóis que existem no vinho tinto destroem os adipócitos (células gordurosas) por inibição de enzimas metabolizadoras de gordura como a lipase pancreática e a lipase lipoprotéica. Os polifenóis do vinho diminuem a resistência das células à insulina (melhorando o aproveitamento dos carboidratos pelo organismo) e com isso a quantidade de insulina circulante (o que sempre está relacionado com uma série de reações metabólicas que culminam com ganho de peso).

Fonte - Coleção Vinhos do Mundo - Livro 14 ( referências bibliográficas encontram-se no livro de número 16 ).
Editora Abril / Publicação Veja

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Baco na Califórnia


Os vinhos californianos ganharam fama internacional no chamado "julgamento de Paris", de 1976, quando em uma degustação às cegas, eles foram melhor avaliados do que vinhos franceses do primeiro time. O fato, amplamente divulgado na imprensa, ganhou até a capa da revista Time. O grande vencedor foi um Cabernet Sauvignon da vinícola Stag´s Leap Wine Cellars, de Napa Valley.

Fonte / Foto - Revista Adega
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Com que água eu vou?


A combinação entre águas, vinhos e gastronomia é um caminho muito sutil. E não esqueça, uma boa água deixará sua boca ainda mais preparada para um grande vinho. Abaixo, algumas regras gerais para não errar na escolha:

1 - Não servir a água extremamente gelada. Ela adormecerá suas papilas e impedirá que você perceba os sabores dos vinhos.
2 - Não colocar gelo no copo, ele altera as propriedades da água.
3 - Vinhos brancos, em geral, combinam muito bem com águas sem gás, mais leves e suaves.
4 - Vinhos rosés dependem de sua intensidade e corpo, os mais intensos podem acompanhar água gaseificada, os mais leves, sem gás.
5 - Vinhos tintos jovens merecem águas pouco mineralizadas, mas não necessariamente sem gás.
6 - Vinhos tintos encorpados podem ser tomados com águas com gás e mineralizadas, elas potencializam os taninos.
7 - Vinhos tintos especiais merecem uma água leve, sem gás, nada que atrapalhe sua sutileza e grandeza de sabores.
8 - Vinhos de sobremesa, em geral, combinam bem com águas com gás, mas uma combinação mais ousada é provar os vinhos do Porto com uma água gaseificada, é uma grata surpresa.
9 - Espumantes tradicionais vão bem com os dois tipos de água. Já os Champagnes especiais (Vintage, Milesimé) devem ser degustados com águas leves e sem gás.

Fonte / Foto - Revista Adega
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6 - Rosé delicado


O bom rosé deve ser fragrante e refrescante e deliciosamente seco. É um vinho ideal para se beber no verão e com saladas. A melhor uva para o rosé é a Grenache, mas não é a única adequada. A Provence e outras partes do sul da França produzem um bom rosé. Do Brasil não deixe de experimentar o rosé Villa Francioni, produzido na região de São Joaquim, Santa Catarina, um típico rosé provençal.

Fonte / Foto - Vinho - O guia fundamental para o apreciador moderno - Oz Clarke
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O ouro negro de Modena


Não poderia deixar de falar desta iguaria chamada de Aceto Balsâmico, desde que conheci me apaixonei e passou a fazer parte do meu dia a dia. Uma gota do "ouro negro" de Modena é o toque final no preparo de um prato ou de uma simples salada. Um pingo numa tábua de queijos faz a diferença. Quanto mais envelhecido, maior será a densidade, a cor escura e o aroma roubado das aduelas de carvalho, castanheira, cerejeira ou amoreira. E quanto mais velho, claro, mais caro se paga. Além do Modena, existe diversos tipos de Aceto no mercado, escolha o seu.

Nota - Sabe-se que o uso desse condimento derivado do vinho vem da época do Império Romano.

Fonte / Foto - Revista Prazeres da Mesa.
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Botrytis Cinerea


Também conhecida como "podridão nobre", é um fungo microscópico que ataca as uvas, desidrata a fruta ao mesmo tempo que concentra seus aromas e sabores. Sabe-se que a botrytis já existia no século 16, mas é difícil afirmar quais as razões que levaram os agricultores a deixar as uvas no pé na época, apesar de seu aspecto negativo, e depois a decidir elaborar um vinho com elas. Graças a botrytis, os vinhos adquirem uma complexidade aromática impossível de ser obtida de uma uva sã amadurecida numa vinha em condições ideais.

Nota - Os melhores vinhos de sobremesa do mundo são elaborados com uvas atacadas pela botrytis.

Fonte / Foto - Revista Menu
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Chateau Latour


A fama dos vinhos de Latour é tamanha que os preços de safras históricas encontradas em leilões pode atingir números absurdos. Décadas e décadas a fio, o Chateau manteve a regularidade de seus vinhos. Suas características viris, com taninos muito presentes, são tidas como reflexos de seu terroir que mistura a potência de Pauillac e a fineza de Saint-Julien, que fazem-lhe divisa. Latour é referido também como a síntese entre a retidão do Lafite e a opulência do Mouton. Sua mescla entre força e sutileza também vem da parte de Cabernet Sauvignon (75%) do blend - o restante é 20% Merlot, 4% Cabernet Franc e 1% Petit Verdot. Esse blend pode variar de ano para ano dependendo das características de cada casta em cada safra.

Nota - Um Grand Vin de Latour pode esperar até 20 anos para ser bebido.


Fonte / Foto - Revista Adega.
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Espumantes Casa Valduga

A Valduga integra o time de adegas de ponta do Brasil. A casa tem consistentes tintos e brancos e uma expressiva ala de espumantes ricos em estilos de jovens e frutados a maduros e complexos.

Para experimentar:

Arte Brut 2008
Bom para aperitivo
Preço médio - R$28,00

Premium Blush Brut 2007
Bom para aves
Preço médio - R$40,00

Gran Reserva Extra Brut 2004
Bom para frutos do mar
Preço médio - R$80,00

Onde encontrar - Specialitá Bebidas

Fonte - Folha de São Paulo (17/06/10).

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História do mundo em 6 copos


Uma inusitada maneira de contar a história da humanidade: em 6 copos de bebidas que influenciaram os rumos do desenvolvimento humano. Da pré-história à era da globalização, as sociedades elegeram diferentes bebidas e tiveram suas trajetórias fortemente ligadas a elas.
Iniciando com a descoberta da cerveja na Mesopotâmia, passando pela era do vinho no apogeu da civilização grega; pelos destilados no processo de independência dos Estados Unidos; pelo chá, responsável por embates no continente americano assim como na Ásia; pelo café, uma descoberta árabe, representando com perfeição os valores da era da razão; chegando a coca-cola, que tornou-se um dos ícones da globalização.
O autor termina sua viagem com um epílogo dedicado à água (merecidamente ).

Nota - Um livro interessante e gostoso de ler, vale a pena.

Mais informações:
Autor - Tom Standage
Editor - Jorge Zahar
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Folhadinho com maçã e vinho branco


Afervente 750g de bacalhau por uns 20 minutos; escorra e corte-o em cubos pequenos. Aqueça 100ml de azeite extra virgem e adicione o bacalhau e 300g de maçãs verdes ácidas cortadas em cubos pequenos. Refogue. Junte 120g de cream cheese, 100ml de vinho branco e 200ml de creme de leite fresco. Deixe cozinhar por 5 minutos em fogo brando. Tempere com sal e pimenta a gosto. Recheie os folhados (tamanho 7) com a mistura, coloque-os numa assadeira e leve ao forno preaquecido por uns 5 minutos ou até os folhados dourarem ligeiramente. Retire do forno, salpique com cebolinha picada e sirva como entrada. Uma delícia.

Para saber: Rendimento - 10 porções

Nota - Quando fiz esta receita acompanhei com um espumante nacional (brut), valeu a escolha.

Fonte / Foto - Folha de São Paulo
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Boa loja de vinhos X Loja de vinhos ruim

DICAS DO ESPECIALISTA:

UMA BOA LOJA DE VINHOS

1 - Tem pessoal que entende de vinhos e muita informação.
2 - É fresca e a iluminação não é muito forte.
3 - Está preparada para aconselhar a compra de um vinho mais barato.
4 - Promove degustação de vinhos periodicamente.
5 - Oferece vinhos jovens e maduros.

UMA LOJA DE VINHOS RUIM

1 - Tem pessoal sem uniforme.
2 - Tem vinhos em pé nas prateleiras, que vêm juntando pó e cozinhando durante meses.
3 - Tem pessoal insistente que tenta fazê-lo comprar um vinho caro.
4 - Vende somente vinhos de marca.
5 - Dá mais espaço para cervejas, cigarros, frios e salgadinhos.


Fonte - Vinho - O guia fundamental para o apreciador moderno - Oz Clarke
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5 - Tintos agridoces, de dar água na boca


Vinhos instigantes com sabores agridoces de cereja e ameixa e um toque rascante de ervas. Quase todos esses vinhos vêm da Itália e tem um caráter que é distintivamente diferenciado. Há uma rudeza amarga nesses tintos que os torna muito bons para acompanhar uma boa comida e não para aperitivo. Encontra-se este sabor em vinhos provenientes de todos os tipos de uvas - Dolcetto, Sangiovese, Barbera.

Fonte / Foto - Vinho - O guia fundamental para o apreciador moderno - Oz Clarke
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Miolo Lote 43 Safra 2005


O Brasil está iniciando a venda da safra de 2005, a melhor dos últimos 30 anos. O ambiente de muito sol durante o dia e temperatura fria ou amena à noite foi perfeito para produzir uvas sadias, o que resultou numa safra de ouro.
Tive o prazer de adquirir 02 garrafas do Miolo Lote 43 desta safra (ainda não bebi). É um vinho produzido com as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot, reunidos em um corte harmônico selecionado pelo enólogo da família, Adriano Miolo. Envelhecido em barricas novas de carvalho americano, foi engarrafado na primavera de 2006. A produção desta safra foi limitada a 72 mil garrafas de 750 mililitros, mais 1000 garrafas de 6 litros, todas numeradas. O Miolo Lote 43 identifica a terra recebida em 1897 pelo imigrante italiano Giuseppe Miolo, quando estabeleceu-se no sul do Brasil, onde é hoje o Vale dos Vinhedos. Neste mesmo lote foram cultivadas uvas de castas nobres utilizadas na elaboração do Lote 43.
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Brasil - Safra de 1999


Em 1999 houve um equilíbrio dos mais raros entre sol e chuva; responsável pela magia foi o La Niña, fenômeno que combinou um tempo mais seco com o sol na medida certa. O ano de 1999 também consolidou uma série de esforços da indústria nacional no caminho da sofisticação dos seus processos, em todas as fases. Tudo isso fez do ano de 1999 um dos mais expressivos para o vinho nacional. Portanto, se você tem um exemplar desta safra dormindo na sua adega, chegou a hora de abrir, afinal, o inverno pede. Lembrando que não existe tradição suficiente para dizer quanto tempo dura um vinho brasileiro.

Fonte / Foto - Revista Adega
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4 - Tintos temperados, calorosos


Densos, calorosos, ricos sabores de frutas vermelhas, pimenta preta e chocolate, ideais para tardes de inverno ou piqueniques. A principal variedade de uva é a Syrah ou Shiraz.

Nota - Não deixe de experimentar o Shiraz Australiano.

Fonte - Vinho - O guia fundamental para o apreciador moderno - Oz Clarke
Foto - Revista Adega
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Santa Carolina Cabernet Sauvignon 2004


Vinho elaborado pela vinícola Santa Carolina, na região do Valle Del Maipo, Chile. Este vinho foi envelhecido por 12 meses em barricas de carvalho francês, resultando em um tinto de cor vermelho intenso, bom corpo, taninos marcantes e sabor de groselha preta, característica do Cabernet Sauvignon.

Nota - Valeu pela escolha, acompanhou muito bem uma costelinha de cordeiro assada.
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Dilemas no restaurante

Se você estiver em um restaurante e todos pedirem pratos diferentes, até mesmo o especialista mais imaginativo terá dificuldade em escolher um vinho ideal.
Nesse caso, a tradicional combinação de uma garrafa de branco e uma de tinto deve resolver a situação.

Fonte - Vinho - O guia fundamental para o apreciador moderno - Oz Clarke
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Veuve Clicquot


Como nasce, passo a passo um Veuve Clicquot:

1 - Cultivo e colheita - A bebida leva três variedades de uva, plantadas em parte dos 5 quilômetros quadrados da propriedade da Clicquot, na França: a branca chardonnay, além das tintas pinot noir e pinot meunier. A colheita se dá entre setembro e outubro.
2 - Suco - Depois de distribuídas entre os seis centros de vinificação da marca, as frutas são prensadas. Não se misturam uvas de terrenos diferentes. Desse processo surge um suco chamado moux.
3 - Duas fermentações - Sob a maison, em Reims, 24 quilômetros de túneis abrigam as caves. Ali, em barris de inox, a 20 metros de profundidade, ocorre a fermentação alcoólica por meio da ação de fungos. Disso resulta um vinho tranquilo ( ou seja, não espumante ) e não doce. Depois, em outro tipo de fermentação, bactérias diminui a acidez do líquido.
4 - Montagem e engarrafamento - O chef de caves e onze outros enólogos degustam o conteúdo de cada barril. Só então o líquido de diferentes safras e terrenos é misturado, numa etapa chamada de assemblage. Hora de engarrafar a bebida, que recebe levedo ( um tipo de fungo ) e açúcar. É assim que o champanhe se torna espumante.
5 - Ação do tempo - Durante um período que varia entre três (caso do brut padrão ) e oito anos (Grande Dame) a bebida envelhece num ambiente com temperatura controlada - oscila entre 10 e 12 graus - sob a sede, em Reims.
6 - Eliminação de resíduos - A própria madame Clicquot inventou um processo para eliminar resquicios surgidos durante a fermentação. Chama-se remuage. As garrafas são encaixadas em placas de madeira inclinadas e giradas por máquinas todos os dias, ao longo de duas semanas. Esses restos se acumulam no bico dos vasilhames, que são colocados numa solução gelada. O frio o transforma num cubo, expulso assim que se abre a tampa.
7 - Ingrediente final - O champanhe é "dosado", ou seja, recebe o chamado "licor de expedição" para tornar-se mais doce. Chega o momento dos últimos retoques: rótulos, rolhas e a inconfundível tampinha metálica com o desenho da viúva são colocados no produto, que é encaixotado e despachado para todo o mundo.

Fonte / Foto - Veja São Paulo ( Edição Especial )

Nota - Tive o prazer de experimentar este néctar dos deuses, rico em aromas e sabores, adoorei!
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Quinta do Seival Castas Portuguesas


Vinho elaborado pela família Miolo na Campanha Gaúcha, um tinto de cor vermelho rubi intenso, elaborado através do corte das uvas Touriga Nacional, Alfrocheiro e Tinta Roriz. Origina um vinho de corpo generoso, macio, complexo e envolvente, com bons anos de garrafa pela frente.

Nota - É um vinho de muito potencial, acompanhou muito bem uma carne vermelha suculenta.

Preço médio - R$48,00
Safra - 2005
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3 - Tintos intensos, sabor de groselha


Sabor pleno com taninos firmes e sabor de groselha preta. São feitos com a Cabernet Sauvignon e ás vezes também com a Merlot e outras uvas para enriquecer os sabores frutados e suavizar a textura. Os tintos de Bordeaux, na França, de uva Cabernet Sauvignon, são os vinhos originais com gosto de groselha preta. Os Cabernets do Novo Mundo têm um sabor de groselha preta mais acentuado, com toque de baunilha e, às vezes, menta. É difícil saber qual é melhor. Os vinhos do Novo Mundo são quase sempre os menos caros. Não obstante, o Cabernet Sauvignon é um dos vinhos mais confiáveis. Retém sabores característicos seja qual for a sua origem e seu nível de preço.

Fonte / Foto - Vinho - O guia fundamental para o apreciador moderno - Oz Clarke
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O soberbo Grange


O vinho Grange ( antes Grange Hermitage ) é um dos mais desejados vinhos Australianos. Para a sua composição (1952) o enólogo Max Schubert usou a shiraz, cujas videiras foram importadas da região francesa do Rio Rhône. É um vinho longevo e de aroma e paladar complexos.

Fonte / Foto - Revista Veja São Paulo ( Edição Especial )
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Vinho Rosé


O rosé é um vinho produzido por meio da maceração de uvas tintas que permanecem menos tempo em contato com as cascas. Sua produção tem como berço mundial a região de Provence na França, região que encanta o mundo com suas belas praias e glamour. Mas, não é só na Provence que esses vinhos têm espaço; em países europeus como Itália, Portugal e Espanha, os rosados também tem importância.
É um tipo de vinho que combina muito com o nosso clima tropical, portanto, quando chegar o verão essa é uma boa escolha. Aproveite para degustar o rosé Villa Francioni, produzido na região de São Joaquim, Santa Catarina, um típico rosé provençal.

Fonte / Foto - Revista Adega
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Dieta da Região Norte de Portugal

Habitantes do norte português e da região espanhola da Galícia têm índices baixos de morte por doenças cardíacas, segundo estudo liderado por Andreia Oliveira, da Universidade do Porto.
A porcentagem de mortes causadas por problemas do coração nessa parte do mundo é similar à da França, Itália e Grécia, onde as pessoas costumam seguir a dieta mediterrânea.
Nesses países, comem-se muitas frutas, verduras, óleo de oliva, grãos integrais e nozes, e pouca carne vermelha.
A dieta portuguesa inclui muito peixe, especialmente bacalhau, carne vermelha, porco, laticínios, batata e vinho durante as refeições, de acordo com os pesquisadores.
Para investigar se o padrão alimentar tem algo a ver com a baixa incidência de problemas
cardíacos, os médicos acompanharam 820 pessoas que tiveram infartos e 2.196 que não tiveram, todos habitantes da mesma região.
As pessoas que seguiam fielmente a dieta portuguesa tiveram risco 33% menor de ter infartos em relação aos que tinham dietas diferentes.
Mas os pesquisadores também perceberam que a alimentação tradicional pode ser melhorada.
O consumo menor de batatas, carne vermelha e de porco pode levar a um risco até 60% menor de infarto.
"Ainda é necessário avaliar os efeitos da dieta sobre outras doenças importantes, como obesidade, derrame e câncer", disse a líder da pesquisa.

Fonte - Folha de São Paulo de 03/06/10
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Chateau d' Yquem


Considerado o melhor vinho de sobremesa do mundo, sem dúvida um dos mais caros, o Yquem repete na garrafa a história da lagarta feia que se transforma numa vistosa borboleta. Na época do amadurecimento, suas uvas são atacadas por um fungo microscópico, a botrytis cinerea, que desidrata a fruta ao mesmo tempo que concentra seus aromas e sabores. Na taça, este branco doce e sedoso explode em notas que lembram mel, damasco, frutas secas, numa infinidade de nuances, sempre com muita complexidade e persistência. Produzido na região de Bordeaux, França, este Sauternes resulta em um blend, com 80% de Sémillon, cepa que traz estrutura e complexidade, e 20% de Sauvignon Blanc que aporta aroma e elegância. O vinho ainda envelhece três anos em barricas antes de chegar ao mercado.

Fonte / Foto - Revista Menu


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2 - Tintos sedosos com sabor de morango


Tintos saborosos, perfumados, com leves fragrâncias e sabores frutados de morango, framboesa ou cereja. Os bons parecem seda em sua boca.
A Pinot Noir é a uva que produz os melhores vinhos deste estilo. Ela tem uma textura de seda com a qual nenhuma uva consegue rivalizar. Somente algumas regiões a produzem bem e o artigo é caro. A terra natal da Pinot Noir, o lugar em que ela atinge sua excelência, é a Borgonha, na França. Praticamente todos os tintos da Borgonha são produzidos com a Pinot Noir.

Fonte / Foto - Vinho - O guia fundamental para o apreciador moderno - Oz Clarke
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Boas Táticas de Restaurante

1 - Experimente primeiramente o vinho da casa - isso lhe permite não ter pressa ao escolher o vinho e , se o da casa for bom, poderá continuar com ele.
2 - Peça água para matar a sede, assim você poderá saborear o vinho.
3 - Discuta sua escolha com o garçon de vinhos, se houver. Não o trate como um inimigo - nem como um escravo.
4 - Se pretende tomar 02 garrafas, não estoure seu orçamento com a primeira.
5 - Não se preocupe muito em combinar o vinho com o prato. Cabernet Sauvignon e Merlot do Novo Mundo são tintos que vão bem com tudo. Chardonnay e Semillon do Novo Mundo são brancos úteis.
6 - Se a carta não o inspirar, prefira os vinhos da América do Sul que são bons e confiáveis.
7 - Arrisque-se com regiões emergentes da Itália, Espanha ou Portugal.
8 - Quando a garrafa chegar, sinta a sua temperatura. Se o vinho estiver muito quente, seja branco ou tinto, peça um balde de gelo; e se ficar muito frio, não precisa deixá-lo no balde só porque o garçon o colocou aí.
9 - Não permita que garçons prestativos em excesso o pertubem - deixe a garrafa ao alcance da mão e encha seu copo sempre que você quiser.
10 - Divirta-se: é você quem está pagando.


Fonte - Vinho - O guia fundamental para o apreciador moderno - Oz Clarke